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A produção de papel é uma das maiores indústrias
nos Estados Unidos. Fabricantes de papel levaram grandes passos para reduzir
e eliminar o uso de cloro no processo de alvejamento. Pesquisa indica
que os níveis de dioxinas diminuíram até 94% desde
a descoberta delas em papel em 1985. Porém, apesar do implementação
de muitos planos para reduzir as emissões de dioxinas, água
dioxin-carregada continua sendo lançada no ambiente como um subproduto
do alvejamento do papel que utiliza cloro ou derivados de cloro. Quatro
tipos de alvejantes estão disponíveis para a indústria
do papel: 1. Cloro Elementar (EC), gás de cloro , este processo
cria quantias grandes de dioxinas 2. Elementar Cloro-livre (ECF), este
derivado de cloro, como cloro-dioxido, este processo cria menos dioxinas
3. Totalmente sem cloro(TCF), papel que usa uma combinação
de delignificação de oxigênio com peroxido de hidrogênio
ou ozônio como o agente alvejante este processo é usado em
polpa com 100% de fibras virgens 4. Processo sem cloro (PCF), sistema
que utiliza papel 100% reciclado que é ré-alvejado usando
um processo de sem cloro. As dioxinas deram como resultado de EC ou ECF
fabricado que é um carcinógeno conhecido e se acredita que
interfere com as ações de hormônios nos humanos e
vida selvagem interferindo nos sistemas reprodutivos e imunológicos.
O uso de ozônio como uma alternativa para o alvejamento por cloro
não foi relacionado à produção de qualquer
toxina e foram notadas muitas outras vantagens em cima do uso de EC ou
processos de ECF. Como o EPA aperta as restrições ao uso
do cloro, companhias que escolhem os métodos de TCF se posicionam
à frente das que não o fazem, se as restrições
forçarem ou interromperem por completo a utilização
de cloro. Como o mundo se dá conta mais dos assuntos relativo a
emissões de dioxinas mais atenção será enfocada
a companhias que usam processos de TCF. Menor quantidade de água
é usada como resultado do processo de TCF, de fato a operação
é completamente livre de efluentes contaminados.
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