O USO DO OZÔNIO NAS FÁBRICAS DE DERIVADOS DE CARNE


Em todas as industrias de derivados de carne bovina, pescado, ou aves, o problema das bactérias da salmonela e da listeria supõe um dos maiores desafios. O uso freqüente da água é essencial para enxaguar e eliminar a sujeira e os restos orgânicos nas máquinas, solos e paredes. Não obstante, a maioría dos abastecimentos de água estão contaminados ou tratados a base de cloro. Se necessitam grandes quantidades de cloro para matar as bactérias no curto espaço de tempo disponível no processo das esteiras transportadoras. Infelizmente, o cloro reage com a carne formando compostos altamente tóxicos e cancerígenos, chamados THMs ou trihalometalatos. O cheiro superficial da carne também poderia piorar por causa do cloro, baixando potencialmente a qualidade do produto. Isto acontece especialmente quando a água para enxaguar a carne se acumula em bolsas dentro do produto. O Ozônio se aproxima muito da solução ideal. O Ozônio vem sendo utilizado nestas aplicações durante quase cem anos. Durante décadas o cloro parecia ser uma alternativa mais barata. Fazem somente duas décadas que as abundantes investigações sobre os subprodutos do cloro alertaram ao mundo científico. Chegou-se à conclusão do ideal que seria eliminar o cloro, não só dos sistemas de purificação de água potável, como também de qualquer aplicação aonde as matérias orgânicas estejam involvidas, e particularmente, nas industrias de processamento de alimentos. As doses de cloro previamente estabelecidas já não continuam sendo efetivas em alguns vírus e protozoários. Para una desinfeção completa se deveria usar doses mais altas, porém, tais doses não estão permitidas em contato com a carne.

PORQUE O OZÔNIO?

O Ozônio é uma molécula de oxigênio triatómica que perde um átomo de oxigênio no processo de desinfeção até chegar a ser uma molécula normal de oxigênio. O oxigênio não é tóxico e não forma substancias tóxicas. Qualquer excesso de Ozônio se dissolve em oxigênio.
O Ozônio é muito mais efetivo que o cloro ao eliminar todas as bactérias, fungos e vírus, e o faz em uma concentração 1/10 da que requer o cloro.
O Ozônio tem um curto tempo de reação e requer um tempo de exposição também mais curto que os desinfetantes químicos.
O Ozônio é um forte oxidante que elimina tanto os cheiros como os microorganismos que os causam.
O Ozônio pode ser gerado in situ através do ar e a eletricidade, de forma que se evita a necessidade de transporte e armazenamento das perigosas substancias químicas.
O nível do Ozônio pode ser mantido eletrônicamente; não há necessidade de uma preparação manual das soluções de enxágue.
Enquanto que na teoria o Ozônio pareceu ser sempre o perfeito desinfetante, alguns desafios práticos evitaram o uso completo do Ozônio muito antes neste século. O processo requer que o gás seja dissolvido na água primeiramente, e que qualquer gás de ozônio que fique sem dissolver seja retirado e eliminado. Da mesma forma, a manutenção do nível de Ozônio e o abastecimento de água deve Enquanto que na teoria o Ozônio pareceu ser sempre o perfeito desinfetante, alguns desafios práticos evitaram o uso completo do Ozônio muito antes neste século. O processo requer que o gás seja dissolvido na água primeiramente, e que qualquer gás de ozônio que fique sem dissolver seja retirado e eliminado. Da mesma forma, a manutenção do nível de Ozônio e o abastecimento de água deve.

· Durante os últimos 20 anos, a empresa à que Bertazzo Filtros Ltda representa no Brasil, aperfeiçoou um sistema que satisfaça todas as condições expostas acima - ao desenvolver um dispositivo totalmente automático de abastecimento água ozonizada para a industria de processamento de carne. Cada sistema está desenhado individualmente para o fluxo específico e necessidades de cada operação específica.