|
Quando o oxigênio do ar é submetido a uma vibração
de alta energia, as usuais moléculas biatómicas se decompõem
em átomos simples para se reagrupar. Algumas destas moléculas
reagrupadas contêm 3 átomos de oxigênio em vez de dois.
Este novo composto se chama Ozônio. Por causa do amontoamento dentro
da molécula e à dispersão da carga eletrônica,
o Ozônio é menos estável e reage rapidamente em substâncias
oxidáveis. O Ozônio, que se produz na natureza, atua no entorno
para manter controlada a contaminação, que de outra forma
inundaria a Terra e a tornaria não habitável. As áreas
com alta concentração de contaminação, tais
como as cidades, estão perdendo o Ozônio criado de forma
natural por que este é esgotado por todas as substâncias
oxidáveis lançadas ao ar por meio de carro e fábricas.
Quando Você faz uma excursão ao campo e se senta ao lado
do riacho em uma montanha, você pode respirar o refrescante ar por
que o Ozônio natural se encontra em abundância e já
teve a oportunidade de eliminar as matérias oxidáveis. Nossos
edifícios são construídos com barreiras ao vapor,
e com um alto grau de isolamento, de tal forma que já não
se produz a mudança natural de ar entre o exterior e o interior.
Enquanto isso, cada vez mais, nosso mobiliário e piso são
fabricados com materiais sintéticos. Sob condições
de ar estancado, que prevalece por causa da falta de ventilação,
os produtos em decomposição e os solventes lixiviados destes
materiais sintéticos enchem o espaço interior. Fala-se muito
sobre a síndrome do edifício enferno, que se refere usualmente
a edifícios institucionais. Porém estes têm basicamente
os mesmos problemas que as residências particulares. As pessoas
expostas a tais condições sofrem de sintomas de toxicidade
meio ambiental. Os efeitos sobre a saúde podem surgir imediatamente
ou anos depois de uma exposição a um ambiente insalubre
no interior de uma residência. Entre os efeitos imediatos estão
a irritação de olhos, nariz e garganta, congestão
nasal, dores de cabeça, febre, falta de ar, náuseas, ansiedade,
reações alérgicas, espirros, tosse seca e fadiga.
Entre os efeitos a uma exposição prolongada estão:
efisema, asma e outras enfermidades respiratórias, hipersensibilidade,
rinite alérgica, intoxicação por monóxido
de carbono, gripe, pneumonia, febre, enfermidades do coração
e câncer. Todas estas substâncias químicas preocupantes
têm uma coisa em comum - são oxidáveis. Quando são
inaladas, aumentam a demanda de oxigênio no corpo humano e desta
maneira, o desguarnecem de oxigênio. A maioria dos patógenos
que causam enfermidade, tais como as bactérias, os vírus,
o câncer e os fungos são anaeróbios. Como resultado,
estes patógenos podem desenvolver-se somente quando os níveis
de oxigênio estão reduzidos. Isto explica por que é
tão importante para as pessoas respirar ar fresco. O oxigênio
na sua forma reestruturada, conhecida como Ozônio, são umas
3.500 vezes mais potente como oxidante que o oxigênio normal. Desta
forma, inclusive em níveis pequenos e inofensivos aniquila todos
os patógenos anaeróbicos mencionados acima. Também
oxida todos os contaminantes nocivos em compostos muito menos nocivos
ou completamente inofensivos. Por exemplo: o monóxido de carbono
(CO) é talvez o gás mais perigoso conhecido. Não
têm cheiro e se deposita no sangue humano 600 vezes mais rapidamente
que o oxigênio. É realmente um agente mortífero. O
Ozônio adiciona um oxigênio à molécula, transformando
CO em CO2 - que é bióxido de carbono - um gás inofensivo
que expulsamos com cada respiração em grandes quantidades.
O CO2 não pode continuar oxidando desta forma. As plantas respiram
CO2 durante o dia, utilizando o carbono da molécula para construir
seus corpos Enquanto devolvem oxigênio que as pessoas respiram.
São os grandes níveis de oxigênio os que fazem fresco
o ar, junto a pequenos porém medíveis níveis de Ozônio,
muito pouco pó, e substancias químicas não oxidáveis.
Depois de uma tempestade elétrica, a água lava o pó,
o relâmpago produz Ozônio - desta forma, eliminando todos
os gases oxidáveis e matando aos elementos patógenos. O
resultado? É muito bom tomar uma bocejada profunda de ar. As tempestades
com raios são mais freqüentes nas montanhas, onde durante
os dias de sol, a radiação UV do sol também combina
uma pequena porção de oxigênio em Ozônio. Durante
séculos, as pessoa na Europa que sofrem de tuberculose, e outras
enfermidades severas têm que ser enviadas a centros de tratamento
na montanha - às vezes com excelentes resultados. O Ozônio
é um desinfetante. Você já percebeu que o período
gripal chega com a estação do outono? Esta época
do ano traz consigo o céu coberto de nuvens que limita a radiação
UV, e por conseqüência, reduz a produção natural
de Ozônio. Como resultado, as bactérias e vírus trazidos
pelo ar se movem ao redor muito mais facilmente. Demasiado de uma coisa
boa se torna também nocivo. Inclusive a comida ou a bebida saudáveis
podem fazer mal se tomadas em excesso. Não obstante, nunca se conheceu
de morte humana alguma associada com o Ozônio. Só o Ozônio
é capaz de anular o dano causado pelo cloro ao debilitar as substâncias
nocivas, inclusive no interior do corpo humano. Os antioxidantes mantêm
usualmente o sangue um pouco mais ácido, e ao Ozônio se reconhece
por ser mais estável (desta maneira sem formar radicais livres
tão facilmente) em soluções mais ácidas. Já
foram escritos uns 400 documentos científicos sobre os benefícios
saudáveis do Ozônio. O Ozônio pode ser reproduzido
na sua forma mais limpa com um processo simulando a iluminação
natural, em aparelhos chamados Geradores de Ozônio por Descarga
de Coroa. Patenteados pela primeira vez em 1895, os geradores de Ozônio
vêm sendo melhorados substancialmente ao longo dos anos. A empresa
à que representamos, AZCO Industries Limited, vem trabalhando durante
décadas nas fronteiras deste desenvolvimento. Copiada por muitas,
ainda se mantém uns passos adiante. Hoje em dia, esta empresa fabrica
toda uma linha completa de produtos adequados para o tratamento do ar,
da água de consumo, das águas residuais, junto a uma variedade
de outras aplicações. Domesticamente, o Ozônio se
pode usar para oxidar muitos cheiros desagradáveis, tais como:
dissolventes da tinta fresca, cheiros da cozinha, a fumaça dos
cigarros, cheiros de animais, cheiros dos compartimentos para o lixo,
o lixo em si, mofo, cheiro da cola do mobiliário novo, e outros
cheiros de origem orgânica. Virtualmente não há cheiro
que não possa ser tratado com Ozônio. O Ozônio oxida
elementos nocivos antes que eles possam entrar no seu corpo para extrair
o oxigênio. Os desodorantes mascaram os cheiros ao produzir mais
cheiros. Desta maneira, se comportam de forma muito parecida a quando
se sobe muito o volume de um radio para cobrir o grito de uma criança,
ou ao usar o flash de luz contra um olho seu para ocultar o que se supõe
que você não deve ver. O Ozônio não obstante,
reage realmente e oxida os cheiros e os transforma em compostos inofensivos.
O Ozônio é único - o Ozônio pode fazer. Diante
dos benefícios do Ozônio, podemos descrever agora como o
gerador de Ozônio da empresa à qual representamos, AZCO Industries
Limited, pode ser posto em prática para o tratamento do ar nos
lares ou outras pequenas edificações. As regulamentações
governamentais para os níveis de Ozônio variam. Na Europa,
com base em décadas de estudos científicos - a exposição
continuada ao Ozônio é permitida até um máximo
de 0,15 ppm. No Canadá os limites foram reduzidos arbitrariamente
a 0,1 ppm. Quando o governo dos EE.UU. observou os níveis canadenses,
decidiu que 0,08 ppm ia ser o limite deste país. Como resultado,
as excursões à montanha poderiam ser ilegais para você
já que os níveis naturais de Ozônio excedem as normas
do governo. Afortunadamente, não é necessário manter
os níveis de Ozônio no lar descritos a níveis acima.
Quando o nível de Ozônio se aproxima aos níveis limites,
o cheiro é tão intenso que dificilmente pode passar sem
ser percebido. O Ozônio pode ser percebido a níveis muito
mais baixos, inclusive abaixo dos 0,01 ppm. Se liberamos Ozônio
em uma habitação com mau cheiro, por algum tempo não
ficará Ozônio residual algum - já que todo o Ozônio
se consumirá ao oxidar os cheiros. Somente depois de que o trabalho
tenha sido concluído, começará a surgir algum resíduo
do Ozônio. Inclusive a níveis mais baixos, o Ozônio
mata qualquer bactéria presente. Isto faz com que a configuração
da produção de Ozônio nos nossos geradores de Ozônio
seja uma tarefa fácil.
UNIDADE PORTÁTIL
ATS250 O ATS250 está desenhado para cheiro de interiores
e o controle de patógenos, e como outros geradores da AZCO, utiliza
uma tecnologia de geração por descarga de coroa com injeção
vibrante. Está desenhado especificamente para incorporar um sensor
de Ozônio interno que controla automaticamente o nível de
Ozônio no espaço para que não exceda os 0,03 ppm.
Estas unidades são ideais para aplicações em hospitais,
e em qualquer parte onde se deseje um controle de patógenos. Com
a intenção de aproveitar a unidade para todo o lar, o gerador
poderia ser instalado perto de uma tomada de ar da calefação
central ou sistema de ar acondicionado. Se não está localizado
próximo de uma entrada de ar, o ATS250 proverá Ozônio
para o tamanho do espaço aberto em que é colocado - ambientes
maiores necessitariam ter uma circulação adequada de ar
para obter melhores resultados.
UNIDADE PORTÁTIL
HTU500 Estas unidades vêm com uma bomba interna para ar
opcional, um interruptor de 10 posições, e em ambos uma
versão de 12V DC e outra de 120V AC. Centenas destes aparelhos
são utilizados para a desodorização de carros nas
oficinas de manutenção, enquanto que outros se utilizam
em lojas de tinta, e para o tratamento do ar depois de pintar uma casa.
O HTU500 se aplica também nos dispositivos de armazenagem agrícola,
para a eliminação da umidade, em currais e estábulos,
e para outras muitas operações relacionadas com os cheiros
intensos. Em todos estes casos, o gerador de Ozônio deve ser instalado
fora do local a tratar, e a ninguém se deve permitir a entrada,
já que os níveis de Ozônio poderiam exceder durante
o tratamento os limites humanos a exposições de longa duração.
UNIDADES DE OZÔNIO
MAIORES Temos também unidades de ozônio muito maiores,
para o tratamento de grandes edifícios de escritórios, e
operações a nível industrial. Nos edifícios
de escritórios, o sistema de Ozônio chega a formar parte
da instalação central do ar acondicionado. Já que
o nível de Ozônio não pode ser controlado adequadamente
para todas as unidades de forma individual, o Ozônio serve para
desinfetar o ar que retorna ao sistema do ar acondicionado. O ar tratado
com Ozônio passa depois por um filtro de carvão e o ozônio
residual é eliminado antes de entrar ao conduto do sistema de distribuição.
Somente quando o edifício se encontra vazio se pode evitar o uso
do filtro de carvão, e se permite que o Ozônio elimine o
limo e outros depósitos bacteriológicos dos condutos de
ar e dos escritórios.
|